Esse tema já está enchendo o saco. Mas pra encher mais, vou falar dele aqui.
Muitos são contra a pena de morte, até entendo. O que não entendo é como certas pessoas justificam essa escolha. Por exemplo:
1) “Isso é contra as leis de Deus” – Seria muito bom se estivéssemos no céu, mas na Terra o que vale é a Lei dos homens, especialmente num Estado laico, como é o Brasil.
2) “Você não tem o direito de decidir se uma pessoa deve morrer!” – Eu, não. Mas um Juiz tem.
Sabe, acho que no Brasil a pena de morte não iria adiantar nada. A impunidade prevalece. Mas, num país utópico, seria de grande ajuda. Fora que, o problema tem que ser resolvido pela raiz, com mais educação e emprego.
Agora, desculpem-me se não concordam comigo, mas uma pessoa que estupra e mata uma mulher só para roubar o carro dela não é gente. É animal. Não tem o direito de respirar. Há quem acredite que essa pessoa pode ser salva, pode mudar. Pode? Mas é claro que não. (Ah, isso vale para os bandidos de colarinho branco, também)
Quando que um adolescente que entra pra assaltar uma casa com um revólver, completamente drgado, (como aconteceu comigo) vai se tornar um médico, dentista, advogado, ou que seja, um gari? Nunca. Mata o filho da puta!
Mas sempre prevalece a palhaçada dos Direitos Humanos.
Só digo uma coisa: se dependesse de mim, não haveria o problema de superlotação nos presídios.