segunda-feira, 5 de julho de 2010

Deus é puro marketing

Eu estava voltando da faculdade, hoje à noite, e me deparei com um sujeito no ponto de ônibus. Até que bem vestido e tal… Não, não fui assaltado. Pior. Tive que ficar ouvindo um sermão sobre A IGREJA. (Eu evito de usar o nome Evangélica, porque dá azar, atrai coisa ruim! Como o ‘Valdemort’, do Harry Potter).

Fiquei muito intrigado com o panfleto que ele me deu. É mais ou menos assim: tem a imagem de um velho na frente de várias muletas e cadeiras de rodas com a seguinte frase: “Estas são uma das milhares de muletas e cadeiras de rodas de pessoas que alcançaram o milagre na Igreja Deus é amor”.

Isso é um insulto a qualquer ser humano que pensa, especialmente àqueles que estudam a área da Saúde, como eu. O mais engraçado disso tudo, é a continuação: “Estes milagres ainda acontecem no dia de hoje, e estarão acontecendo no seguinte local: Av. do Estado, 4568”. Ou seja, os milagres agora têm data para acontecer? Pior que tem gente que vai! Ah, pega no meu….

Por isso que odeio religiões, são todas hipócritas. Mas respeito quem tem alguma religiosidade. Afinal, a “bênção” do ceticismo não foi dada a todos. acAgora, fanáticos religiosos me dão nojo, podem enterrar todos. Seja Judeu, Católico, Umbandista, Protestante, etc.

Não que eu não tenha nenhuma fé, até tenho. Mas não nessa criatura idealizada pela igreja. Hoje em dia, “Deus” é feito para ganhar dinheiro. Olha que coerência!

 

Que Deus seja louvado. Ou não.

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