Estamos perdidos num tempo onde não há mais tempo. É verdade. E nem vou falar de trânsito, aquecimento global e nem nada do tipo. Vou usar um exemplo mais prático: mulheres.
Com 11 anos, a menina se torna pré-adolescente. E assim, começa a se tornar o ser mais perigoso já visto: adolescente.
Bem, há 50 anos, as meninas de 12 anos brincavam de boneca e aprendiam a cozinhar. Hoje, começam a sair, ir para matinês (cruzes!) e a beber. Pois é, beber.
Há 50 anos, as meninas de 13 e 14 anos brincavam de boneca e aprendiam a cozinhar e lavar. Hoje, começam a pegar todo mundo e ficar bêbadas. Muito bêbadas. (ps: só a partir de 14 anos que é ‘legal’ fazer sexo. Pense nisso!)
Há 50 anos, as meninas de 15 anos se tornavam debutantes e “entravam para a vida”. Hoje, meninas de 15 só entram para o hospital. Seja por coma alcoólico, seja para a maternidade.
Há 50 anos, as meninas de 16 e 17, quando se tornavam semi-imputáveis (ou seja, começam a responder por seus próprios atos, mas não totalmente) trabalhavam em casa. Hoje, só querem beber, transar e curtir. (Não que isso seja ruim, mas não precisa ser todas, né?).
Enfim, qual a lição que tomamos disso? Desde os 12 até os 17 anos as meninas mudam pouco. Não que os homens sejam diferentes, mas é que é mais fácil falar dos outros.
Perdemos a noção do tempo. Foda-se.
Mas perdemos a noção do bom-senso. Isso não é bom.
Nenhum comentário:
Postar um comentário