domingo, 18 de julho de 2010

Chamem a Interpol! Mataram o Português (2)

Como se não bastasse, vou ter que fazer uma versão 2 daquele antigo post porque as pessoas insistem em ser burras.

1º - “Agente” é um oficial. É um agente de polícia, agente do governo… Agora, “A gente” significa “nós”, pronome, 2° pessoa do plural. Logo, façam essa diferenciação, por favor!

2º - Usem vírgula, por favor.

3º – Concordância nominal e verbal, por favor. Ou seja, “Eles foi pra minha casa” não dá.

4º – Se escreve XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXingar, e não “Chingar”.

5º – Mim não faz porra nenhuma. Lembre-se disso.

 

Se você não sabe escrever, vai a dica, não escreva! Ou compre um dicionário.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Cadê os bons costumes?

Estamos perdidos num tempo onde não há mais tempo. É verdade. E nem vou falar de trânsito, aquecimento global e nem nada do tipo. Vou usar um exemplo mais prático: mulheres.

Com 11 anos, a menina se torna pré-adolescente. E assim, começa a se tornar o ser mais perigoso já visto: adolescente.

Bem, há 50 anos, as meninas de 12 anos brincavam de boneca e aprendiam a cozinhar. Hoje, começam a sair, ir para matinês (cruzes!) e a beber. Pois é, beber.

Há 50 anos, as meninas de 13 e 14 anos brincavam de boneca e aprendiam a cozinhar e lavar. Hoje, começam a pegar todo mundo e ficar bêbadas. Muito bêbadas. (ps: só a partir de 14 anos que é ‘legal’ fazer sexo. Pense nisso!)

Há 50 anos, as meninas de 15 anos se tornavam debutantes e “entravam para a vida”. Hoje, meninas de 15 só entram para o hospital. Seja por coma alcoólico, seja para a maternidade.

Há 50 anos, as meninas de 16 e 17, quando se tornavam semi-imputáveis (ou seja, começam a responder por seus próprios atos, mas não totalmente) trabalhavam em casa. Hoje, só querem beber, transar e curtir. (Não que isso seja ruim, mas não precisa ser todas, né?).

 

Enfim, qual a lição que tomamos disso? Desde os 12 até os 17 anos as meninas mudam pouco. Não que os homens sejam diferentes, mas é que é mais fácil falar dos outros.

Perdemos a noção do tempo. Foda-se.

Mas perdemos a noção do bom-senso. Isso não é bom.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Deus é puro marketing

Eu estava voltando da faculdade, hoje à noite, e me deparei com um sujeito no ponto de ônibus. Até que bem vestido e tal… Não, não fui assaltado. Pior. Tive que ficar ouvindo um sermão sobre A IGREJA. (Eu evito de usar o nome Evangélica, porque dá azar, atrai coisa ruim! Como o ‘Valdemort’, do Harry Potter).

Fiquei muito intrigado com o panfleto que ele me deu. É mais ou menos assim: tem a imagem de um velho na frente de várias muletas e cadeiras de rodas com a seguinte frase: “Estas são uma das milhares de muletas e cadeiras de rodas de pessoas que alcançaram o milagre na Igreja Deus é amor”.

Isso é um insulto a qualquer ser humano que pensa, especialmente àqueles que estudam a área da Saúde, como eu. O mais engraçado disso tudo, é a continuação: “Estes milagres ainda acontecem no dia de hoje, e estarão acontecendo no seguinte local: Av. do Estado, 4568”. Ou seja, os milagres agora têm data para acontecer? Pior que tem gente que vai! Ah, pega no meu….

Por isso que odeio religiões, são todas hipócritas. Mas respeito quem tem alguma religiosidade. Afinal, a “bênção” do ceticismo não foi dada a todos. acAgora, fanáticos religiosos me dão nojo, podem enterrar todos. Seja Judeu, Católico, Umbandista, Protestante, etc.

Não que eu não tenha nenhuma fé, até tenho. Mas não nessa criatura idealizada pela igreja. Hoje em dia, “Deus” é feito para ganhar dinheiro. Olha que coerência!

 

Que Deus seja louvado. Ou não.

domingo, 4 de julho de 2010

O maravilhoso mundo do egocentrismo.

É um assunto delicado, afinal, todo mundo sente de falta de alguma coisa ou de alguém. É chato para caramba ter que conviver com a dúvida: “será que eu vou vê-la(lo) de novo?”.

Pois é, aqui vai um dica para você: ninguém é insubstituível. Sim, você vai superar, você vai viver sem.

Acabou o namoro? Parece que o mundo caiu para você? Isso passa. Se você for normal, dura uns 30s. Há milhares de outras pessoas interessantes, e você se preocupa só com uma. Isso, às vezes, é egocentrismo. Vou explicar o porquê.

Você é um cara legal, inteligente, bonito, simpático… Mas aquela menina não te dá bola de jeito nenhum. E você fica tentando, e tentando, e tentando… Por quê? Porque você se acha bom demais para não tê-la. Você pensa “Ah, eu sou foda, como ela pode dizer ‘não’?

Benvindo ao lindo mundo dos egocêntricos.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Chamem a Interpol; mataram o português!

Primeiramente, esse post vai ser meio ofensivo. Se você for sensível, não leia.

Caralho, qual é a dificuldade das pessoas em escrever certo? Não estou falando para não usar “vc”, “blz”, é até normal, mas as pessoas cometem genocídios ao escrever, hoje em dia. Como um ser humano me escreve numa prova “Cerumano”? Dá vontade de matar.

Sei que todo mundo erra, acontece. Eu também erro. Mas vamos maneirar, né, gente? Aqui vai alguma ajuda:

1º: ‘Mais’ é diferente de ‘mas’

2º: Se escreve “anSioso” e não “anCioso”

3º: Denovo, oque, derrepente. Existe uma coisa no seu teclado que se chama: “barra de espaço”. Use-a.

4º: É você, e não vossê, voçê, vocscê. Então, usem VC!

5º: Não existe ‘Ç’ antes de E ou I. Logo, “Esqueçi” é ridículo.

6º: Manerem no pleonasmo, por favor.

 

Na impossibilidade de escrever certo, vai aí a dica: não escreva.