domingo, 27 de junho de 2010

“Não nos deixe cair em tentação…”

Agora isso vai ficar interessante. Imagine a seguinte cena: você acaba de se despedir de sua namorada, que foi para casa. Depois disso, você vai embora de ônibus. No ônibus, você só tem um lugar disponível para sentar, que é do lado de uma menina incrivelmente bonita. Aí vem a seguinte frase à sua cabeça: “Ah, quue gata. Será que eu teria chance?”. Pois é, mamífero, você acaba de trair sua namorada, indiretamente.

Isso pareceu um pouco absurdo? Pois, não é. Quantas vezes você se depara com um mulher (ou homem) linda na rua e pensa como seria se vocês se beijassem. Isso também é traição. Claro que, é uma traição mais branda.

Agora, analisando o conceito biológico da coisa, não dá para nos culpar integralmente por isso. Nosso corpo, dos 12 aos 21 anos, é bombardeado por hormônios. Sendo assim, nossa distinção entre o sexo e o errado está meio abalada.

Todos nós sofremos por tentações, e muitos de nós caem (em tentação). Eu realmente acredito que todo mundo trai, indiretamente talvez, mas trai. Todos somos iguais, biológicamente, pelo menos. Temos os mesmos impulsos.

 

Se você discorda, acha que nunca trairia, que seu amor por tal pessoa é muito forte e inabalável, das duas, uma: ou você é uma pessoa melhor do que eu, ou a carapuça serviu. Pois é, meu amigo… A carapuça serviu.

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